Obra de R$ 23,5 milhões avança no Shopping Popular de Valença; requalificação da Feira Livre ainda vai começar
Contrato contempla a modernização dos dois espaços. Os serviços estão sendo executados no Feiraguai.
A obra de requalificação da Feira Livre e do Shopping Popular de Valença, prevista em um contrato de R$ 23.537.816,32, é mais um investimento do Governo de Jerônimo Rodrigues por aqui.
O projeto reúne os dois equipamentos comerciais. No caso da Feiraguai, é uma contrução do zero. O antigo telhado foi retirado, o canteiro de obras mobilizado e os serviços estão em andamento.
A Feira Livre será completamente requalificada se transformando num mercado popular ampliado com estrutura moderna que oferecerá estacionamentos, box comerciais, praça de alimentação, área para açougues, banheiros, etc.
No Baixo Sul, o Governo da Bahia já requalificou as feiras em 10 municípios. A de Valença é a maior delas.
A intervenção na Feira Livre ainda não foi iniciada. A obra depende da destinação provisória dos comerciantes, o que acontecerá por etapas, de forma a garantir que eles continuem comercializando seus produtos aos clientes durante o andamento da obra.
Na área do Shopping Popular, conhecido como Feiraguai, os trabalhos foram iniciados no mês de julho e registram, de acordo com a Conder / Governo do Estado, 4,33% de execução.
O empreendimento é resultado de uma parceria entre o Governo da Bahia, por meio da Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (Conder), e a Prefeitura de Valença.
A licitação, realizada pelo Estado, foi vencida pelo Consórcio ART-JCA Valença, formado pelas empresas ART Projetos Construções e Serviços Ltda e JCA Engenharia e Arquitetura Ltda.
A previsão de conclusão é em 8 de junho de 2027.
Avenida Tito Couto
Paralelamente, a Prefeitura iniciou em abril deste ano a construção de uma via alternativa ligando a Feira Livre, na Avenida Marita Almeida, à Rua Veteranos da Independência. Segundo o município, a chamada “Avenida Castanheira Tito Couto”, com aproximadamente 300 metros, foi projetada para retirar parte do tráfego de caminhões de carga e descarga da região central e facilitar o acesso dos agricultores que chegam à cidade pela BA-542. A obra está sendo realizada pela gestão municipal com recursos próprios.
O nome da Avenida presta duas homenagens: ao falecido proprietário da área, seu Tito Couto, esposo da empresária conhecida como dona Lídia do restaurante, e à imponente Castanheira, árvore secular que existia ali e que teve que ser removida há anos atrás.


