Caroline Figueiredo recebe título de Cidadã Valenciana por sua dedicação à cidade
Boa parte da população nem imaginava que ela tinha nascido em Minas Gerais. O reconhecimento como filha da terra veio quase meio século depois que chegou ao município.
A servidora pública Caroline de Queiroz Figueiredo, de 50 anos, foi homenageada com o título de Cidadã Valenciana, concedido pela Câmara de Vereadores de Valença (BA). A honraria, de autoria do vereador Cristiano do Táxi, foi aprovada por unanimidade na última sessão ordinária da Casa Legislativa.
Mineira, natural de Montes Claros (MG), Caroline chegou a Valença aos dois anos de idade e desde então construiu toda a sua vida no município. Filha da professora Rosângela Góes e do aviador Geraldo Figueiredo (in memoriam), Carol, como é conhecida por todos, é formada em Administração pela Faculdade Zacarias de Góes, servidora efetiva da Prefeitura há quase 20 anos e uma figura ativa na comunidade.
Atualmente, Caroline atua no Programa Municipal de Regularização Fundiária (REURB), iniciado em 2021, que garante a entrega de escrituras públicas a moradores de Valença. O projeto já beneficiou diversas famílias e recebeu moção de aplauso da Câmara Municipal pelo seu impacto social e urbano que colabora com o desenvolvimento da cidade.
Além do serviço público, Carol também se destaca como empresária no ramo de eventos, sendo proprietária do conhecido Buffet Meu Bendito Salgado, um nome forte no setor em Valença.
Seu compromisso com a comunidade vai além da atuação profissional. Caroline é apoiadora da Escolinha de Futebol Santa Luzia, projeto social idealizado por Bira. Um dos núcleos do projeto funciona na quadra do antigo Colégio Paulo Freire, espaço gentilmente cedido por Carol, filha da proprietária do imóvel.
Mãe de Júlia e Beatriz, Caroline representa a mulher valenciana com orgulho: comprometida, empreendedora, solidária e profundamente ligada à cidade. O título de Cidadã Valenciana reconhece não apenas sua história, mas também sua identificação com Valença por quase cinco décadas.
Por Luísa Figueiredo.




