17 de janeiro de 2022

VACINADOS ESTÃO PEGANDO COVID?

Os imunizantes utilizados no Brasil são: CoronaVac (Sinovac e Instituto Butantan) e CoviShield (AstraZeneca, Universidade de Oxford e Fundação Oswaldo Cruz).

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A vacinação tem sido considerada como a única saída para conter a Covid-19, doença que já matou mais de 2,7 milhões de pessoas no mundo. No Brasil, a imunização segue a passos lentos, e utiliza dois tipos de vacinas autorizadas e aprovadas (dois imunizantes são utilizados no Brasil: CoronaVac (Sinovac e Instituto Butantan) e CoviShield (AstraZeneca, Universidade de Oxford e Fundação Oswaldo Cruz), ambas com duas doses. Os fabricantes existentes no mundo variam sobre a quantidade de doses e, na maioria dos casos, é necessária a repetição após um intervalo da aplicação da primeira. A Coronavac tem um espaço entre as doses de 14 a 28 dias, enquanto a AstraZeneca de 3 meses.

Todas as vacinas disponíveis que estão sendo fabricadas e usadas em vários países protegem e aumentam a chance de permanecer saudável; possuem um nível de eficácia que reduzem as chances de contágio, de desenvolver formas graves da doença e elimina o risco de internação. Basicamente, ao tomar a vacina, o indivíduo tem a imunidade ativada com a produção de anticorpos que tem a função de neutralizar o vírus. Por enquanto, embora a duração dos efeitos ainda seja incerta, os resultados tem sido positivos e o efeitos esperados.

Mas há casos de vacinados recentemente que pegam o coronavírus por causa da alta circulação dele nos ambientes e por ser muito transmissível. Isso acontece porque há de se ter um intervalo de tempo para completar a ação imunizante e oferecer um nível de proteção suficiente. Muitos tem se aproveitado desse relatos para alegar que as vacinas não funcionam, mas a verdade é que o sistema imunológico precisa passar por um processo de reação que leva cerca de duas semanas. Dessa forma, quem recebeu a primeira dose, deve continuar resguardado porque o sistema imune ainda não finalizou a produção de anticorpos.

Mesmo quem recebeu as duas doses, deve manter as medidas de prevenção porque a vacinação protege quem tomou, ainda sendo capaz de transmitir a doença aos outros.

Por: Luana Figueiredo

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