22 de janeiro de 2022

O BRASIL VIROU PARLAMENTARISTA e o presidente ainda não sabe

Por Rosângela Góes (Por Rosângela Góes (Rosângela Góes de Queiroz Figueiredo é professora da Rede Estadual de Ensino da Bahia, graduada em Letras e especialista em Avaliação, escritora, membro da Academia de Letras do Recôncavo-ALER, e da Academia de Educação, Letras e Artes de Valença-AVELA).

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Com a formação de um comitê gestor da crise de saúde e financeira na quarta-feira, 24/03, o presidente do Brasil foi destituído da função de líder do comando no país, sendo substituído pelo Presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. Esse é um impedimento voluntário, pois foi o próprio capitão presidente que convocou o comitê porque não consegue assumir esse comando nem aceitar um mea culpa por isso. Há um ano chama uma guerra surreal com os outros poderes e a imprensa, terceirizando a sua responsabilidade e omissão justamente porque se declara o comandante que não consegue comandar porque não deixam.

Com um ano e mais de 300.000 mortos de atraso, como disse o Ministro Barroso, do STF, um comitê gestor assume o que o gestor não consegue dar conta: reduzir os danos da crise e apontar alternativas aos brasileiros, que vivem uma sequência de motivos para perder as forças e a esperança. O parlamentarismo assume e, de fato, é uma forma de ressoar os tantos gritos de socorro nesse voo cego do atual momento do Brasil. Mas avisa lá, o presidente nem percebeu!

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