12 de agosto de 2022

Bolsonaro prorroga o auxílio emergencial por mais 3 meses

Benefício que encerraria em julho, vai até outubro de 2021 para quase 40 milhões de assistidos.

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O Governo Federal anunciou nesta segunda-feira (5), a prorrogação do auxílio emergencial por mais três meses à população de baixa renda, afetada pela pandemia da covid-19. As novas parcelas serão pagas em agosto, setembro e outubro.

O benefício, pagos por 4 meses este ano (iniciado em abril), que terminaria agora em julho, será estendido com parcelas que variam entre R$150,00 e R$ 375,00.

As regras são as mesmas. Os valores e os beneficiários também. Não haverá ampliação de famílias a receberem o pagamento.

São 150 reais para quem mora sozinho, 250 reais para chefes de família e 375 reais para mães solo.

A medida ajudará milhares de famílias brasileiras a enfrentarem os impactos financeiros gerados pela pandemia.

O presidente Jair Bolsonaro publicou um vídeo anunciando a prorrogação do auxílio e diz que está revendo o novo valor do Programa Bolsa Família para o ano que vem. O baiano João Roma, Ministro da Cidadania, também participou da assinatura da Medida Provisória que libera créditos para os três meses subsequentes.

 

Já o Deputado mineiro André Janones (Avante), que ficou conhecido nacionalmente por pautar o auxílio emergencial quase que exclusivamente num embate direto com o Planalto e o Ministro Paulo Guedes, considerou uma derrota a manutenção dos valores. Segundo ele, o projeto de Lei de sua autoria que tramitava na Câmara para elevar o valor para 600 reais foi anulado por articulação de Guedes junto a deputados.

Janones é um dos deputados federais com mais engajamento nas redes sociais no país. Ele reclama que Guedes (Ministro da Economia) prefere colocar dinheiro no voto impresso (que custará 2 bilhões aos cofres públicos) do que melhorar a mensalidade do auxílio às famílias durante a pandemia.

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