4 de setembro de 2026

27 de fevereiro de 2026

De “desenganado” a Deputado: a reviravolta de Raimundo Costa

O Deputado Federal valenciano concede entrevista ao nosso site e responde tudo que a população quer saber.

 

De “desenganado” a Deputado.

Embora sua trajetória não tenha começado nesse fatídico laudo médico após um acidente automobilístico que sofreu na região da Chapada, junto com sua esposa, Vane Costa, ele nasceu de novo e divide a sua vida em antes e depois daquele 26 de julho de 2017, quando chegou ao Hospital Geral do Estado quase sem vida. O quadro era gravíssimo, pulmões perfurados, costelas e vértebras quebradas, coluna afetada e desesperança na equipe que o atendeu.

Raimundo Magalhães Costa, 60 anos, mais da metade deles na vida pública, é o entrevistado do Baixo Sul em Pauta.

O local da entrevista é a Colônia de Pescadores, onde diz que se sente mais à vontade para receber as pessoas. “Aqui você sempre vai me encontrar”.

Vereador por 6 mandatos em Valença, Raimundo foi Presidente da Câmara, da Colônia de Pescadores Z-15 e da FEPESBA (Federação de Pescadores e Aquicultores do Estado da Bahia) e sempre militou pela causa da pesca artesanal, estendendo a luta a toda a Bahia, o que acabou projetando-o para além do Baixo Sul. Segundo ele próprio, é um “político de segmento”, defensor de uma classe, embora hoje represente nitidamente bem mais que a categoria dos trabalhadores, tendo a responsabilidade de estar à frente de uma fileira bem maior do que a que o elegeu.

É a primeira vez na história que temos o nome “Valença – BA” na página da Câmara dos Deputados como naturalidade de um Deputado Federal.

1 ano depois do acidente em que foi considerado um “paciente terminal”, Raimundo é convocado como representante das Colônias de Pescadores da Bahia, escolhido por unanimidade para se candidatar, numa missão de levar um neto, filho e também pescador para o Congresso Nacional e, de lá, pautar os interesses da Pesca. Primeiramente assustado, até pela condição física limitada, logo depois sentiu-se honrado por ser visto com perfil adequado pelos colegas. Daí, aceitou o desafio, mesmo sem poder “correr” na campanha eleitoral, curta e difícil.

De acordo com Raimundo, teve apoio de grupos em 80 municípios e, no voto a voto, numa campanha modesta, ganhou como o primeiro deputado federal filho de Valença.

Estreante em Brasília, ele diz que “quase não tem pernas” para caminhar em tantas andanças do mandato, mas tem ido “pescar” verbas, atender prefeitos, levar recursos, fisgar novos apoios, o que tem enchido a sua “rede” de adesões políticas, que está bem mais cheia que em 2018, devido à produtividade de sua atuação.

Raimundo Costa saiu da cama de um hospital para a Praça dos Três Poderes e já participou de cinco comissões temáticas, o que é raro para um “marinheiro” de primeira viagem.

Clique no link abaixo para ler a ficha do Deputado Raimundo Costa na página da Câmara dos Deputados, votações, presenças em plenários, propostas legislativas, biografia, contatos, etc:

https://www.camara.leg.br/deputados/204567

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BSP: Quais as principais ações do seu mandato nos municípios da região já realizadas e em andamento? O senhor pode divulgar uma relação com o “status” de cada iniciativa?

RC: O mandato nos trouxe um ambiente favorável não só para defender os interesses da pesca, mas também para beneficiar outras áreas, que é a Saúde, a Educação, a Infraestrutura, a Ação Social, enfim, tudo que o espaço político que conquistamos nos permite, porque o mandato federal abriu as portas de todos os órgãos governamentais, assim como de recursos  programas, projetos e também de nossas emendas individuais. Se você me permitir, eu estou lhe passando a relação resumida de algumas dessas ações nas cidades próximas, que acredito que é um conjunto de recursos importantes nesses dois anos, mesmo com a pandemia. Investimos aqui na região mais de 21 milhões em 2019 e 2020. Só em Valença, foram em torno de 16 milhões de reais sob nossa articulação, seja por emenda, ou por iniciativa junto aos ministérios, um volume muito significativo.

Logo quando chegamos, destravamos recursos no FNDE e colocamos nosso Gabinete para assessorar o município de Valença a fim de cumprir os critérios necessários à liberação das verbas da merenda e do transporte escolar, porque na época nosso município estava deixando de receber as parcelas federais por problemas na prestação de contas e nós ajudamos com a parte burocrática, vimos o que estava acontecendo e ajudamos, porque a gente não só busca recursos como coloca nossa equipe técnica à disposição das prefeituras que precisarem para que os benefícios possam chegar à população.

Recursos para eventos, como Festa de São Pedro, Festival do Camarão estão em nosso planejamento e aguardam a pandemia passar para que Valença possa experimentar um calendário fixo que atraia turistas.

A Santa Casa, eu creio que seja a minha maior recompensa pessoal, não só como político, mas como ser humano, como cristão, porque, depois de tudo que passei chegando à beira da morte, precisando de uma UTI num hospital público, esperando na fila uma vaga e sendo desenganado (…)

BSP: Se emocionou…

RC: (…) sendo desenganado pelos médicos porque minha mulher disse: – meu marido vai morrer? E o médico respondeu: – Vai! Não tinha espaço no HGE pra fazer a minha cirurgia, não tinha anestesista. Enfim, poder voltar à vida, a partir de um milagre, uma nova chance de Deus, e ainda me eleger deputado federal e poder devolver com esse trabalho ajudando a salvar vidas, é muito gratificante. O primeiro recurso aplicado foi de 2 milhões de reais e a situação da Santa Casa era de caos na época. Praticamente estava correndo o risco de fechar. E fiz minha parte, trouxe os recursos federais e depois disso a gente foi trazendo mais e hoje o nosso hospital é outro. Hoje é um exemplo de gestão. Essas coisas são os desígnios de Deus, eu acredito nisso. Atingir a área da Saúde pra mim tem sido uma satisfação muito grande.

(RELAÇÃO DAS AÇÕES DO MANDATO DE RAIMUNDO COSTA AO FINAL DESTA MATÉRIA)

BSP: Existe previsão mais recursos para Valença (emendas, articulação parlamentar, etc)?

RC: Sim, nós temos uma atenção especial com Valença, mas nosso gabinete tem um diferencial: a gente não deixa os recursos se perderem. A gente acompanha, a gente fica em cima para garantir que a ação seja realizada efetivamente. A minha orientação à equipe é essa. Mesmo com a pandemia, a gente tem conseguido muito recurso extra, além das emendas. De tudo que está em andamento em Valença, e é muita coisa, estamos monitorando para que aconteça. Temos previsão ainda de aquisição de barcos, motores, equipamentos em parceria com o Banco do Nordeste e elaborando projetos de desenvolvimento da cadeia produtiva da pesca, do cravo e do dendê, inclusive estamos trabalhando uma lei nesse sentido no Congresso para amparar a cultura desses produtos.

Em relação a Valença, temos recursos chegando este ano e os que já chegaram, a exemplo da UBS que a gestão atual vai licitar novamente e esperamos que o sistema seja alimentado para não correr o risco de devolução da verba. O nosso mandato até hoje só teve um único recurso de uma prefeitura que deixou passar o prazo, mas que nós conseguimos transferir para outro município porque nós não deixamos ser devolvido exatamente porque fazemos esse acompanhamento. São três passos: um é conseguirmos os recursos junto ao governo federal, o outro é liberar para o município, o terceiro é aplicar e entregar o benefício á população. Então, se a prefeitura não cumprir a sua parte, a minha não adiantou. Então, é por isso que eu tenho esse cuidado.

Além de emendas e pedidos de recursos ao governo federal, existem emendas e recursos que estão travados oriundos de mandatos de outros deputados federais que, às vezes, nem são mais deputados e que eu também ajudo na articulação porque o projeto já está demandado. Isso já aconteceu também aqui em Valença.

Eu espero que os prefeitos entendam que o nosso gabinete é uma extensão do município e que eles devem trazer suas demandas e aproveitar essa grande oportunidade. Quantos deputados passam por aqui e não tiveram esse sentimento, esse vínculo, esse desejo e esse resultado como a gente. Estou à disposição e temos feito a diferença em apenas dois anos.

BSP: Sobre o Mercado de Pescados de Valença, o senhor pode fazer um relato desde quando as providências começaram até o andamento atual? Acredita que os trâmites culminarão no início das obras ainda esse ano?

RC: O Mercado hoje está fechado oficialmente desde 2014, devido aos riscos, desde quando eu era presidente da Colônia. A responsabilidade para que não haja circulação de pessoas no imóvel é dos órgãos fiscalizadores e a luta tem sido árdua. Tudo que estamos fazendo é para acontecer agora. O passo a passo está em andamento e a expectativa é que sim. Os recursos públicos possuem exigências para tramitação ainda mais quando envolve a Caixa Econômica. Acreditamos que, cumprindo essa fase que o prazo é o dia 30 de junho, a Bahia Pesca vai abrir o processo de licitação e, se tudo correr bem, não havendo questionamento, recurso ou outro infortúnio, começa ainda este ano. A ansiedade é grande, eu fico agoniado, mas temos que passar pelas etapas previstas. Nosso gabinete acompanha de perto o dia a dia desse sonho.

BSP: Fale sobre a Fábrica de Gelo de Valença. Qual o caminho já percorrido até agora? Há previsão de materialização desse equipamento?

RC: A Fábrica de Gelo será montada na Colônia de Pescadores com recursos que também conseguimos pelo nosso mandato na ordem de 1 milhão e 100 mil e é a mesma tramitação do Mercado do Peixe, através da Bahia Pesca. A previsão é que seja este ano também. Aqui já temos a estrutura física e a capacidade de fabricação será de 24 toneladas por dia. Vamos trabalhar também um projeto para instalação de energia solar para funcionamento.

BSP: O senhor é Deputado Federal que se elegeu para representar a pesca na Bahia. Qual a sua avaliação do mandato? Acha que está indo bem?

RC: Mesmo sendo um deputado estreante, que saiu de 24 anos de Câmara Municipal e passa para o máximo do parlamento, que é o Congresso, foi impacto extremamente positivo, modéstia à parte, apesar da pandemia que, se ela não tivesse acontecendo, acredito que estaríamos avançando ainda mais. Aliás, mesmo com a pandemia, a gente ainda conseguiu trazer uma estrutura para a Santa Casa que vai ficar permanentemente para atender a população da região, um legado eterno, com equipamentos, leitos de UTI. Estamos trabalhando por um Centro Cirúrgico Geral muito mais moderno e amplo.

BSP: Quando chegou no Congresso Nacional, teve dificuldades em se adaptar, sendo um estreante?

RC: Eu, particularmente, não fui eleito por empresário, não fui eleito por partido. Eu não gastei nada para ser deputado. Quem votou foi uma comunidade acreditando no meu trabalho. Eu cheguei lá pelos pescadores. Eu tô numa missão que é defender os interesses dos pescadores e avalio muito positivo esses investimentos na Saúde e medimos também a nossa atuação para a pesca. A Reforma da Previdência, muitos não entendem, mas, eu logo na minha chegada, cheio de vontade de realizar, vem um momento crucial de um turbilhão que o país tá vivendo de fazer uma reforma e nela tinha pescador e agricultor envolvido, que significava uma perda para a nossa categoria. O que eu ia fazer? Aí criei uma Frente Parlamentar Mista com Deputados e Senadores para ecoar um bloco fortalecido junto à maioria. Utilizei essa estratégia, fui para o PL porque meu outro partido tinha feito uma fusão com outro, consultei minha base e resolvemos não ir para os extremos para ter interlocução tanto no Governo do Estado, quanto no Governo Federal. Nisso nós construímos e retiramos do “pacote” pescadores e agricultores e sob essa condição eu votei a favor da reforma, por entender que, apesar de tudo, houve um ganho ao segmento que represento. Além disso, asseguramos o seguro defeso e todos os direitos sociais do pescador. Eu estou consciente que eu não estou ali pra resolver a vida de todo mundo, então, decidi conviver de uma forma realista para defender a bandeira que carrego e dos que me colocaram lá.

Eu aprendi que o pobre não tem muita coisa, o que tem é o nome. Então eu tenho o respeito de todos lá no Congresso, tenho caminhado em todos os Ministérios, converso com todos, não tenho problemas com partido nenhum, respeito todos igualmente. Assim tenho conseguido muitos recursos extras e me articulado para ajudar os municípios.

BSP: Eleições 2022. O Senhor tem planos para reeleição, certamente. Além de lançar seu filho Ryan Costa como vereador em Valença com expressiva votação, foi um peso na balança na eleição municipal da maior cidade do nosso Território, ajudando a crescer a adesão à candidata que apoiou. Além disso, se afirmou como uma liderança regional com atuação em vários municípios. Está costurando uma base fora do Baixo Sul para ampliar votação no ano que vem?

Eu devo ter tido mais de 90% do voto do pescador. Dos quase 40 mil votos, 35 mil foram de pescadores e o restante dos amigos. Nosso mandato deixou de ser o mandato exclusivo da pesca, o mandato que não tinha prefeito, vereadores, lideranças. Hoje temos. Ampliamos, temos previsão de ter votação expressiva. Hoje eu ajudo todos os prefeitos do Baixo Sul e tenho relação política com todos, mesmo que a gente não seja aliado, mas naturalmente a gente se consolida pelo trabalha que a gente tem feito. Creio que o eleitor hoje tenha um olhar de reconhecimento. Em 2018, muitos me viam como um “maluco” que postulava uma coisa impossível. E aí veio a “zebra” e hoje quem é deputado que está presente, que traz recursos, que mora aqui, que ajuda seu município, que fez a diferença? Então, eu conto com a reflexão da população sobre isso, principalmente se podemos retroagir porque podemos conquistar muito mais daqui pra frente. Se já temos muito o que mostrar, imagine quando nos livrarmos desse vírus e dessa crise econômica! Vamos intensificar muito se conseguirmos nos manter em Brasília. O Baixo Sul precisa muito e eu estou disposto. E agora, eu vou pedir votos aonde eu já fiz alguma coisa pelo município. Então, primeiro estou mostrando a nossa capacidade. Ao invés de prometer, eu estou fazendo antes. E depois, se reeleito, eu vou fazer de novo.  Já estive com todos os prefeitos do Baixo Sul, por exemplo, e a todos eu me coloquei à disposição para perguntar: do que a sua cidade precisa? Diga a sua demanda! Deixa eu resolver! Porque um mandato de deputado federal é capaz de fazer muita coisa. É preciso compreender a dimensão desse alcance e aproveitar essa grande oportunidade que estamos tendo. E eu faço política com muita racionalidade e pé no chão. Não prometo nada que não posso cumprir. Não levanto expectativas que não possa atender. Assim vamos conduzindo nosso trabalho. 

Já prevê o rumo que tomará em relação a conjuntura nacional ou acha que ainda é cedo?

RC: A eleição nacional passa pela economia, que direciona o eleitor. Depende muito se a vida do brasileiro estiver bem ou ruim para ver a tendência. A eleição passada foi atípica, dento de um ambiente de amor e ódio, com polarização, só que hoje não sabemos o que vai acontecer. Se Lula for realmente candidato, mexe com o cenário eleitoral. Bolsonaro é diferenciado porque ninguém sabe o que é que vem dele. Tem um lado de querer enxugar, ajustar as coisas, mas conduz tudo num ambiente pouco salutar, embora eu ache que ainda há chances de reeleição exatamente por esse elemento surpresa que ele causa. Se Lula conseguir fazer uma boa aliança, aí pesa. Bolsonaro daria uma reviravolta se liberasse o auxílio emergencial para dar condições para o povo sobreviver, aí mudava a opinião pública, mas segura o dinheiro.

Apesar de meu partido (o PL) ter uma tendência de apoiar Neto (para Governador da Bahia), eu aguardo o cenário estadual para me posicionar e quero ter a liberdade para escolher porque tenho conversado com Rui e com Neto. Os pescadores que vão escolher para onde vamos. Ainda não assumi compromisso com ninguém.  

BSP: Com as novas regras de coligação partidária por sigla, pretende permanecer no partido que está? 

RC: Estou muito confortável no PL. É uma sigla que respeita aquilo que eu defendo, que são os interesses dos que me levaram até lá e daqueles que estão chegando e que através de nosso mandato a gente consegue chegar com as nossas ações. Hoje eu tenho um mandato e ele é produtivo. Então eu não posso temer a legislação atual. O desafio faz parte da minha vida. Sempre fez. Eu vou trabalhar para ampliar a votação que eu tive, inclusive temos atuação em mais municípios que na eleição passada.

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Encerrada a entrevista, o Deputado pediu para mostrar que está caminhando sem apoio das muletas e fez questão de abrir as portas que conduzem à saída da Colônia, quando se emocionou: “Foram anos de esforço para conseguir andar. Vou abrir pra você, para que volte outro dia”, disse ele ao se despedir, num ato típico da gente do interior baiano.

Ações (EMENDAS, ARTICULAÇÃO PARLAMENTAR, ETC) do Deputado Federal Raimundo Costa na região:

Gandu

Compra de equipamentos hospitalares, e insumos para o combate a Covid-19.

Valença

Construção da UBS do Tento;

Sistema Simplificado de Água (DNOCS);

Requalificação das estradas da Zona Rural (CIAPRA);

Saneamento da Portelinha Guaibim (CIAPRA);

Festa de São Pedro;

Festival EcoSurf;

Programa de Aquisição de Alimento PAA;

Veículo Associação de Mães Autistas;

Veículo 4×4 para a Ronda Maria da Penha;

Caminhão de bombeiros;

Um veículo e duas motos para a Guarda Municipal;

Equipamentos saúde;

Mercado de Pescados;

Fábrica de Gelo da Colônia Z15;

Desbloqueio de recursos para a educação: Transporte Escolar 2019 e repasse da merenda escolar; 16. Quatro Ônibus Escolares (Amarelinho);

Uma Motoniveladora para Colônia Z15;

Uma Retroescavadeira para Colônia Z15;

Um Caminhão Basculante para Colônia Z15;

Um Trator com Implementos;

Dois poços artesianos;

Implantação de Base Móvel de Segurança Comunitária com Rádio Digital.

Santa Casa de Misericórdia de Valença

Ações que já são desenvolvidas são mantidas através de custeios liberados; Reforma do Telhado;

Entrega de 10 UTIs e 10 leitos clínicos retaguardas que estão dando assistência para o enfrentamento da COVID-19 em Valença.

Nilo Peçanha

Ações que já são desenvolvidas para manter uma Unidade de Saúde, como em UBS’s, Postos de Saúde, em Programa Saúde da Família serão mantidos graças ao montante.

Cairu

Equipamentos Saúde;

Reformas de Unidades Básicas de Saúde;

Kit Conselho tutelar;

Taperoá

Ações que já são desenvolvidas para manter uma Unidade de Saúde, como em UBS’s, Postos de Saúde, em Programa Saúde da Família serão mantidos graças ao montante;

Um Ônibus Escolar (Amarelinho).

Ituberá

Ações que já são desenvolvidas para manter uma Unidade de Saúde, como em UBS’s, Postos de Saúde, em Programa Saúde da Família serão mantidos graças ao montante;

Reforma de UBS.

Camamu

Ações que já são desenvolvidas para manter uma Unidade de Saúde, como em UBS’s, Postos de Saúde, em Programa Saúde da Família serão mantidos graças ao montante;

Um veículo tipo Pick Up Diesel; 3. Uma ambulância; 4. Aquisição de veículo tipo Pick up; 5. Aquisição de embarcação para transporte em prol do acesso da população Ribeirinha à Atenção Básica de Saúde.

Igrapiúna

Equipamentos COVID 19 – Hospital Regional; 2. Ações que já são desenvolvidas para manter uma Unidade de Saúde, como em UBS’s, Postos de Saúde, em Programa Saúde da Família serão mantidos graças ao montante;

Um ônibus escolar (Amarelinho);

Incremento para atenção especializada em saúde, onde trata-se de questões de saúde mais complexas. Maraú Ações que já são desenvolvidas para manter uma Unidade de Saúde, como em UBS’s, Postos de Saúde, em Programa Saúde da Família serão mantidos graças ao montante.

Repórter: Luana Figueiredo

Foto de capa desta matéria: Reprodução Redes Sociais – Facebook Raimundo Costa

 

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