Prefeita de Nilo Peçanha, Jacqueline Soares, é vítima de chantagem

Segundo denúncias confirmadas pela assessoria da Prefeitura, a gestora sofre extorsão e perseguição de um duvidoso profissional de mídia que exige dinheiro pra não espalhar notícias falsas com o nome dela.

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“Conhecido por aplicar golpes em Valença e região, um pseudo radialista sem credibilidade no Baixo Sul iniciou um assédio moral em cima da prefeita de Nilo Peçanha”, Jacqueline Soares (DEM), segundo dois internautas que acompanham nosso site.

A denúncia chegou em nossa redação na tarde de hoje (25/05) através de leitores que replicaram matérias publicadas pelos renomados Sites de notícias Link Bahia e Portal Baixo Sul, ambos de credibilidade no Território.

Segundo informações, a gestora de Nilo Peçanha sofre perseguição e extorsão por parte de um “comunicador informal” que, conforme descrito  pelos Sites e referendado nos relatos dos denunciantes, “ganha a vida falando mal dos outros no Baixo Sul”. A fonte relata que “Jacque”, como é carinhosamente chamada pela população da cidade que comanda, tem sido chantageada através de mensagens enviadas por aplicativo, desde que assumiu a Prefeitura.

Segundo nosso repórter popular encaminhou à nossa coluna “Tribuna Aberta” (espaço em que o leitor envia sugestões de pautas, denúncias, fotos e vídeos de assuntos de seu interesse para que sejam publicadas no site Baixo Sul em Pauta) , o “golpista”, como é chamado no texto enviado,  tem exigido o valor de R$ 2.500,00 (dois mil e quinhentos reais) mensais para não produzir fake News contra a gestão municipal, e a notícia bate com a matéria publicada pelos portais citados acima.

De acordo com o jornalista Marcelo Dutra, do Portal Baixo Sul, o assunto segue sendo tratado judicialmente pela procuradoria da PMN, que pede sigilo enquanto os processos são instaurados contra o criminoso.

O portal Link Bahia revela ainda que o acusado tem usado de palavras de baixo calão ao se referir à prefeita, inclusive em contatos diretos com ela, e se dirigido através de ameaças para que ela pague a ele pra não falar mal dela.

A Assessoria de Comunicação (ASCOM) de Nilo Peçanha confirma a queixa do nosso leitor e  lamenta que esse tipo de conduta seja praticada, de forma escancarada, covarde e afrontosa, com uma servidora pública que tem pouco mais de 130 dias administrando a cidade, mesmo com o conhecido perfil aberto ao diálogo e solícito que a mesma sempre demonstrou aos veículos de comunicação.

O advogado, Doutor Everardo Júnior, conduz o caso em defesa de Jacqueline e provavelmente encaminhará o ato de extorsão como crime tipificado no artigo 158 do Código Penal Brasileiro, tendo a pena de 4 a 10 anos de prisão, além de multa.

Como imprensa da região do Baixo Sul, todos os profissionais da área devem repreender esse tipo de comportamento que suja toda a classe.

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